Jornalismo


Ainda bem que essa cena não se repete dentro dos veículos de comunicação. Ao menos acredito que não!

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Caco disse...

Eu preciso me informar sobre o andamento dessa questão. Mas as empresas sérias continuam exigindo. É um diferencial importante.

Marcos Aquino disse...

Oi Rafael.
Eu quero ser jornalista, isso já ta decidido, fiquei um pouco chocado e com medo de entrar nessa profissão depois que vi essa noticia ano passado. Eles igualaram, mais acho que tem que pensar assim.
Quem eles vão contratar? Quem tem o curso, ou quem não tem ?
flw abs

Rafael Lopes disse...

Nada Marcos, as empresas continuam contratando jornalistas formados, com diploma sim.

Abraço

Nathy disse...

Quem sabe, sabe...
Tenho certeza de que esses quatro anos não serão perdidos.
E acredito que as empresas queiram alguém que realmente saiba o que está fazendo e que estou para aquilo.
Bom post Rafa, gostei.

Bjs :*

Caio Lima disse...

Eu espero que não...


Até pq, as empresas de comunicação preferem contratar quem tem diploma.

abraço Rafa

railer disse...

hehehe
hilário.

Andrew Magalhães disse...

Se jornalistas desse naipe tomarem conta dos meios de comunicação estaremos em maus lençóis. Por isso,sou a favor da obrigatoriedade do diploma de jornalista.

Tamyris Araujo disse...

Nossaa....sem comentários! Esse também vai para o meu blog...rsrsrs

FOXX disse...

sou obrigado a discordar, pq o problema da exigência do diploma é um jornalista ir falar sobre história, medicina, política, qndo os outros especialistas na área não são nem consultados...

Marcos Campos disse...

KKK!!!
Acho que na prática isso não acontece...espero...
Abraço!!

Rafael Lopes disse...

Calma, Fox. Calma que não é bem por ae. Preciso te esclarecer pelo menos três pontos (claro que poderia citar vários outros)primordiais do Jornalismo para que você possa entender.

1º Todo jornalista tem, por obrigação, ouvir as fontes antes de redigir uma matéria para que a mesma tenha credibilidade. O profissional não sabe tudo, por isso existem as fontes para esclarecer os jornalistas. Portanto, ao escrever sobre fatos históricos, política, etc, ele deve ouvir alguém, pois jornalismo não é historinhas ou contos.

2º Fontes não são apenas as pessoas. Fontes são também os livros, documentos, etc. Então se você já leu uma matéria no qual não é citado "especialistas", com certeza o jornalista fez uma pesquisa para escrever sobre o assunto.

3º Hoje, os jornalistas são capacitados sim, para escrever sobre história, medicina, política, economia, meio ambiente, etc. Vários profissionais se especializaram exclusivamente para poder falar sobre os assuntos. Uma prova disso, são os jornais, revistas, sites, suplementos especializados que existem. Não são feitos apenas por jornalistas, mas por jornalistas especializados nas áreas.

Peço que você também pesquise mais sobre o assunto, pois certamente chegará a conclusão de que seu pensamento está equivocado.

Abraços

S.A.M disse...

Uma pena, e acho que essa determinação foi tudo culpa do Gilmar Mendes, na época que ele era presidente do STF e deitava e rolava e achava ruim porque os jornalistas desciam a lenha nele.

Quem sabe alguém não muda isso? Esperamos...

Ben Oliveira disse...

Como assim os outros profissionais não são consultados?
É ÓBVIO que eles são consultados, sem a fonte não há informação. Por mais que o jornalista tenha conhecimento da área, ele sempre vai ter que consultar algum especialista na área e checar várias fontes.
Isso não justifica a não obrigatoriedade do diploma, até porque historiadores, médicos, advogados etc não são necessariamente jornalistas.
A profissão de jornalista vai além da transmissão do conhecimento, ele tem que escrever de forma que atinja o seu público-alvo.
Vai pedir pra um economista explicar algo para alguém leigo, até os jornalistas se atrapalham no economês. E por aí vai nos tantos outros exemplos.

Diuân Feltrin disse...

É muito perigoso profissinais que desconhecem as técnicas e teorias jornalísticas. Esta profissão possui muita responsabilidade sobre a formação do pensamento social. Além disso, existe especialização, portanto, é falacioso o argumento que afirma que o fim da obrigatoriedade possibilitaria abertura para exposição de pontos de vistas profissionais.